Acertei em cheio que o dia de hoje seria calórico. Itaipava estava com o clima agradabilíssimo. Tudo bem que para chegar lá, precisamos atravessar uma cerração tão forte que eu tinha que dirigir a 50 km/h na BR-040, mas valeu a pena. Até porque foi só sair da BR e passar para estrada União e Indústria que o firmamento se abriu em regozijo divino. Um céu azul, belo, de matar qualquer
Leila Lopes em beira de estrada de inveja.

Caímos na tentação capital de pedir o rodízio de fondue. Eu, que perdi uns 3 quilos nas últimas duas semanas, ganhei tudo de volta em duas horas. Foi o fondue mais completo que eu já vi passar na minha frente com direito a batata rösti, carne, frango, pão, couve-flor (!?) e ainda tinha o chocolate com frutas no final. Sério, foi muita comida. Se contar que ainda teve um croquete de carne na Casa do Alemão na subida da Rio-Petrópolis, já dá para ter noção da gula do dia.

O peso da comida foi tanto que não nos sobrou outra alternativa senão ir ao parque de Itaipava tirar uma sesta na grama.

De lá, foi partir para o Palácio de Cristal no centro de Petrópolis para dar uma conferida na Bauernfest. O ambiente estava como eu esparava: grupos de dança se apresentavam ao som de músicas ingênuas sobre artesãos medievais, turistas se acotovelavam para comer (e beber!) a culinária germânica e, principalmente, comprar bibelôs inúteis. Tá, eu quase comprei um chapeuzinho bávaro e uma Lederhosen, mas achei que a camisa da DDR já era suficiente (sim, eu curto
Östalgie).


Claro que, depois de tanta comida, nem sobrou espaço para o Bratwurst que eu tanto queria, mas comprei um assim mesmo e trouxe para casa (com sachet de mostarda escura!). Pelo menos não vou me arrepender de não ter comprado depois. Já do chopp escuro eu não me esquivei.
"Gesundheit!"